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Correio da Manhã

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Educação de Alfie leva mãe a tribunal

A mãe de Alfie Patten, o adolescente britânico de 13 anos e cara de menino que foi pai na semana passada, fruto de uma relação com uma rapariga de 15 anos, deverá ir a tribunal na próxima semana, responder pelas constantes faltas do filho à escola, num caso ilustrativo do ambiente familiar e social em que o jovem cresceu.

18 de Fevereiro de 2009 às 00:30
Alfie com a pequena Maisie
Alfie com a pequena Maisie FOTO: direitos reservados

Nicola Patten, de 43 anos, é acusada de não cumprir o seu dever de zelar pela educação do filho, ao deixar que este se ausentasse dezenas de vezes da escola, sem qualquer justificação, durante um período de cinco meses, no ano passado. "Alfie não é presença assídua na escola", admitiu fonte da escola comunitária de Willingdon.

As notícias sobre a aparente falta de supervisão materna – os pais estão separados e Alfie vive com a mãe – surgem numa altura em que todo o país segue atentamente a saga do pequeno adolescente, que na semana passada foi pai de uma menina. Maisie nasceu fruto da relação de Alfie, então com 12 anos, e da namorada, Chantelle, que na altura tinha 14 anos.

Como se uma paternidade tão precoce não fosse por si só problemática, o caso agravou-se quando dois outros adolescentes, de 14 e 16 anos, vieram a público afirmar que também tiveram relações sexuais com Chantelle. Alfie já aceitou um teste de ADN para esclarecer todas as dúvidas sobre a paternidade, mas segundo o porta-voz da família, Max Clifford, Alfie encontra-se "devastado" com as alegações.

Entretanto, o órgão regulador da Imprensa britânica anunciou que vai investigar o comportamento de vários jornais e televisões, que terão oferecido somas milionárias pelo exclusivo da história da pequena Maisie e dos seus pais, que pouco mais são do que crianças.

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