Empenho de piloto no combate a incêndio levou-o a embater em cabos de alta tensão

O piloto, de 51 anos, morreu na sequência da queda do Eurocopter AS350.
Por Lusa|07.12.18
O empenho do piloto em cumprir a missão de combate ao incêndio, ignorando o risco de voar próximo de cabos de alta tensão, originou a queda do helicóptero, em agosto de 2017, em Castro Daire, Viseu, concluiu a investigação.

O piloto, de 51 anos, morreu na sequência da queda do Eurocopter AS350, após o helicóptero embater em cabos de alta tensão ativos e se incendiar no solo, quando combatia um incêndio florestal na freguesia de Cabril, a 20 de agosto do ano passado.

O relatório final do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF), a que a agência Lusa teve hoje acesso, refere que, "apesar de o fogo florestal deflagrar muito próximo das linhas de alta tensão", o piloto, português e com 965 horas de experiência de voo, após desembarcar a equipa de cinco bombeiros num local seguro no topo do monte, "decidiu prosseguir com a missão" de combate ao incêndio.

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