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Chuva já ameaça resgate dos quatro portugueses na gruta

Equipas de salvamento lutam contra o tempo em Espanha.
Correio da Manhã 21 de Outubro de 2019 às 11:31
Equipas de resgate tentam salvar grupo de investigadores portugueses preso em gruta
Equipas de resgate tentam salvar grupo de investigadores portugueses preso em gruta FOTO: Direitos Reservados
Uma equipa de espeleólogos portugueses está presa na gruta de Cueto-Coventosa, em Espanha, desde o passado sábado. As chuvas inundaram os acessos às galerias da gruta e estão a dificultar o resgate e a retirada dos quatro portugueses. 

Ao minuto

14h48 -
Começa a chover em Arredondo. Equipas de salvamento já estão dentro da gruta para resgatar os quatro portugueses. Segundo o El Diario Montañés, a chuva não é demasiado forte mas é persistente. 

14h00 - 
Os socorristas estão convencidos de que os quatro espeleólogos estão numa zona chamada "Los Lagos", que fica a cerca de três ou quatro horas da entrada de Coventosa, onde estão a entrar os especialistas em resgate que recebem indicações da Fundação Espeleosocorro Cántabro (Esocan). Paula Fernández indicou que, por volta das 15h00 (14h00 em Lisboa), se espera a saída de um dos socorristas que foi ter com um outro grupo que entrou anteriormente.

Esse socorrista irá trazer informações sobre o nível da água e o andamento da operação.

12h47 - 
Carlos Mendes, de Guimarães, trabalha numa empresa de têxteis e é um dos espeleólogos portugueses retidos na gruta. Tem dois filhos, de acordo com o que indicam as redes sociais. António Afonso é das Caldas da Rainha e também faz parte do grupo de portugueses preso na gruta.

12h22 - 
De acordo com o ponto de situação feito pela conselheira da Presidência espanhola, Paula Fernandéz, os quatro portugueses foram localizados pela equipa de resgate, no entanto, a retirada dos mesmos dependerá da descida no nível da água. Segundo a mesma fonte, o grupo estará a três ou quatro horas da saída da gruta.

Paula Fernandéz assume ainda que, caso estes não sejam resgatados esta segunda-feira, o resgate complicar-se-à devido às chuvas previstas para amanhã. O plano B passaria por uma equipa de resgate entrar por outra cavidade da gruta, mas esse processo poderia levar até uma semana. 

11h15 -
Vice-presidente do clube de montanhismo Alto Relevo de Valongo, João Moutinho, revela que há um plano B para resgatar os quatro portugueses presos na gruta.

10h30 -
Segundo os meios de comunicação espanhois, os amigos que deram o alerta para o desaparecimento do grupo receberam informação de que os portugueses estão tranquilos e acreditam que o resgate será fácil.

08h00 -
As equipas de especialistas revelam que a água está a baixar no interior da gruta a uma velocidade de 10 centímetros por hora.

Segunda-feira às 06h00 -
Novas equipas de resgate chegam à gruta para ajudar no resgate. Os quatro portugueses estão presos devido ao aumento do nível da água.

Segunda-feira às 03h00 -
As equipas de resgate chegaram às zonas inundadas. Um especialista revela que a situação dentro da gruta está complicada e que é necessária a chamada de uma equipa especial de resgates.

Domingo às 16h30 - 
O 112 foi notificado do desaparecimento dos portugueses. Foi nesta altura que foi mobilizado o dispositivo de resgate.

Domingo às 11h00 - 
Na ausência de notícias dos espeleólogos, outros três companheiros entraram na gruta para ver se os encontravam, mas o elevado nível da água impossibilitou que prosseguissem a marcha.

Sábado às 10h00 - 
Um grupo de quatro portugueses entrou pela entrada de Cueto na gruta de Cueto-Coventosa.
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