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Correio da Manhã

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Escândalos desacreditam líderes israelitas

A insatisfação com a condução da guerra ao Hezbollah está a trazer à superfície os podres do governo israelita. E há escândalos para todos os gostos. O primeiro-ministro é suspeito de irregularidades em negócios imobiliários, o presidente está envolvido num escândalo sexual, o ministro da Justiça já foi demitido por causa de assédio a uma militar e o comandante das Forças Armadas fez uma venda de acções suspeita.
22 de Agosto de 2006 às 00:00
A popularidade do chefe de governo, Ehud Olmert, já estava debilitada pelo facto de a guerra contra os radicais libaneses não ter dado os resultados esperados. Agora, tem de explicar a compra de um apartamento em Jerusalém por mais de um milhão de euros e aguentar o impacto negativo das histórias envolvendo Haim Ramon, ex-titular da Justiça, e o general Dan Halutz. Ramon diz-se inocente e promete prová-lo em Tribunal, enquanto o chefe militar nega ter cometido qualquer crime ao vender acções nas vésperas da guerra no Líbano. “As notícias são verdadeiras mas tendenciosas”, afirmou.
Para acabar de compor o quadro pouco abonatório envolvendo os dirigentes israelitas, o presidente Moshe Katsav enfrenta acusações de uma antiga empregada que afirma ter sido forçada a ter relações sexuais com ele.
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