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Especialistas da OMS ainda não identificaram fonte animal do coronavírus na China

Foi em Wuhan, na China, onde se registaram os primeiros casos de Covid-19 em dezembro de 2019. 
Correio da Manhã 9 de Fevereiro de 2021 às 10:10
Tedros Adhanom Ghebreyesus OMS
Tedros Adhanom Ghebreyesus OMS
A Organização Mundial da Saúde anunciou esta terça-feira que após dez dias de investigação sobre a origem da Covid-19 ainda não foi identificada a fonte animal do vírus.



Especialista explicou que o "coronavírus mais semelhante ao SARS-CoV-2 é encontrado em morcegos e pangolins, o que sugere que estes animais poderiam ser o reservatório do vírus que causa a Covid-19, devido à alta similaridade e sequências entre os vírus padrão e o SARS- CoV-2. No entanto, os vírus identificados até agora por nenhuma dessas espécies são suficientemente semelhantes ao SARS-CoV-2 para servir como progenitor direto do SARS-CoV-2".

Equipa de especialistas a trabalhar na China dizem que não há provas da presença do vírus da Covid-19 em Wuhan antes de dezembro de 2019, apesar de várias teorias afirmarem ter sido descoberto meses antes. Especialista Liang Wannian acrescentou ainda que a Covid-19 foi descoberta fora do mercado chinês de frutos do mar de Huanan.

Os especialistas da OMS garantem que é improvável que o vírus tenha sido desenvolvido em laboratório. 

A OMS fez esta terça-feira uma conferência de imprensa para informar os pormenores que descobriu na China após 14 dias no país a investigar a origem do coronavírus. 

Foi em Wuhan, na China, onde se registaram os primeiros casos de covid-19 em dezembro de 2019. 
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