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Juncker rejeita "nacionalismos que procuram culpados"

Presidente da Comissão Europeia afirma que União Europeia é o garante de paz da Europa.
Lusa 12 de Setembro de 2018 às 08:55
Jean-Claude Juncker
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O presidente da Comissão Europeia rejeitou esta quarta-feira, no seu último discurso sobre o "Estado da União", o "nacionalismo exagerado", lembrando que a União Europeia é o garante de paz da Europa.

Na sua despedida dos discursos sobre o "Estado da União" perante o Parlamento Europeu (PE), em Estrasburgo, Jean-Claude Juncker lembrou o papel da União Europeia (UE) como um garante de paz para a Europa.

"Fiquem felizes por viver num continente em paz, num continente que vive em paz graças à UE. Devemos respeitar mais a UE, devemos defender a nossa forma de ser e de viver. Digamos sim ao patriotismo que não afronta os outros, digamos não ao nacionalismo exagerado que detesta os outros, que tenta encontrar culpados em vez de encontrar soluções que nos permitam viver juntos", vincou.

União Europeia não pode continuar silenciosa perante desastre anunciado em Idlib 
Jean-Claude Juncker, afirmou, perante o Parlamento Europeu, em Estrasburgo, que a Europa não pode permanecer silenciosa perante a "iminência de um desastre humanitário anunciado" em Idlib, na Síria.

"A Síria e (a província de) Idlib deve ser para todos nós causa de preocupação profunda e imediata. Não podemos permanecer silenciosos perante a iminência de um desastre humanitário, que é um desastre anunciado", declarou o presidente do executivo comunitário, por ocasião do seu último discurso sobre o "Estado da União" Europeia.

Segundo Juncker, "o conflito sírio ilustra como a ordem internacional, da qual os europeus souberam beneficiar desde a II Guerra Mundial, está cada vez mais posta em causa".


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