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Correio da Manhã

Mundo

Estados Unidos da América negam retirada de apoio aos curdos

Secretário da Defesa norte-americano garante que tudo foi feito para travar a ofensiva e alerta Ancara para “consequências sérias”.
Francisco J. Gonçalves 12 de Outubro de 2019 às 01:30
Turquia lança ofensiva contra forças curdas na Síria
Daesh
Soldados turcos
Soldados turcos
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Turquia lança ofensiva contra forças curdas na Síria
Daesh
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Turquia lança ofensiva contra forças curdas na Síria
Daesh
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Os EUA garantiram esta sexta-feira que não vão abandonar os aliados curdos à sua sorte e ameaçam punir a Turquia com sanções por causa da ofensiva que iniciou na quarta-feira no nordeste da Síria, numa região controlada pelas Forças Democráticas da Síria (SDF). Dominadas pelos guerrilheiros curdos do YPG, as SDF foram aliadas cruciais dos EUA no combate ao Daesh.

"Não abandonámos os curdos, deixem-me dizê-lo claramente", afirmou o secretário da Defesa dos EUA, Mark Esper, alertando ainda a Turquia de que precisa de recuar antes que a situação tenha consequências "irreparáveis" e frisando que "a incursão pode ter sérias consequências para a Turquia".

Paralelamente, a bancada republicana na Câmara de Representantes anunciou planos para aprovar sanções contra a Turquia por causa da ofensiva.

Estas iniciativas vêm ao arrepio da decisão do presidente Donald Trump de retirar as forças norte-americanas da Síria, algo que os analistas viram como uma luz verde à Turquia para atacar.

Entretanto, a União Europeia reagiu ao presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, que ameaçou mandar uma maré de refugiados para a Europa se for alvo de sanções.

"Não aceitamos que os refugiados sejam usados para fazer chantagem", afirmou Donald Tusk, presidente do Conselho Europeu.
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