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Estudo revela forma inovadora para mulheres atingirem orgasmos

Instrumento elétrico estimulante deve ser utilizado numa zona especifica do corpo.
Correio da Manhã 10 de Setembro de 2019 às 18:36
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O prazer é essencial para uma boa relação sexual. No entanto, há muitas mulheres que têm dificuldades a atingir o clímax durante o sexo. A pensar nisso, foi realizado um novo estudo na Universidade de Michigan, nos Estados Unidos da América, onde foi descoberta uma nova forma de estimulação, por forma a que as mulheres consigam alcançar o prazer. 

A pesquisa, publicada no jornal científico Neuromodulation, apontou alguns tratamentos de neuromodulação para tratar disfunções na bexiga (envolvendo uma estimulação elétrica leve e direcionada) e que também influenciam as funções sexuais femininas. 

Tim Bruns, investigador e um dos autores do estudo, revelou que a estimulação ocorre num ponto próximo do nervo tibial, no tornozelo.

Os cientistas ainda não sabem ao certo de que modo a estimulação desta área pode influenciar a região pélvica. No entanto, acreditam que exista uma correlação entre os nervos de ambas as partes do corpo.

Esta teoria foi primeiramente testada em ratos, estimulando os nervos do tornozelo e regiões genitais. Os resultados da pesquisa concluíram que, entre 15 e 30 minutos depois, registou-se um aumento significativo do fluxo sanguíneo vaginal, sugerindo por isso o aumento da sensibilidade na região.

Na segunda fase do estudo, os estímulos foram feitos em nove mulheres que se submeteram a 12 sessões de trinta minutos de tratamento, sendo os elétrodos aplicados à volta das áreas genitais e nos tornozelos.

No final da experiência, oito das nove mulheres relataram sentir-se mais excitadas e consecutivamente com uma maior lubrificação vaginal e/ ou capacidade de atingir um orgasmo.

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