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"Eu simplesmente espanquei-o": Mensagens tramam mãe que matou o filho adotivo

A criança de 12 meses sofreu ferimentos na cabeça que originaram derrame cerebral, levando-a à morte.
Correio da Manhã 24 de Maio de 2022 às 00:00
A criança de 12 meses sofreu ferimentos na cabeça que originaram derrame cerebral, levando-a à morte.
A criança de 12 meses sofreu ferimentos na cabeça que originaram derrame cerebral, levando-a à morte. FOTO: Direitos Reservados / Pixabay

Uma mulher britânica, de 38 anos, foi acusada de assassinar um bebé de 12 meses. A criança fora adotada por Laura Castle e pelo seu companheiro, Scott Castle, há cinco meses. De acordo com o jornal The Sun, Leiland-James Corkhill sofreu ferimentos na cabeça que deram origem a um derrame cerebral.

Na semana passada, Laura foi condenada por assassinato e o seu marido absolvido do crime. Imagens reveladas mostram a mulher a fazer caretas à criança, enquanto esta chorava numa cama de hospital.

O assassinato ocorreu em janeiro de 2021, Laura ligou para o serviço de emergência alegando que o bebé havia caído de um sofá e ferido a cabeça. A criança foi levada para o hospital em paragem cardíaca mas não recuperou a consciência, sendo declarada morta no dia seguinte. Mais tarde, surgiram dúvidas de que a morte do menino tivesse sido causado pela queda.

Em novembro de 2020, uma assistente social relatou estar preocupada uma vez que Laura não parecia não gostar da criança, após ter chamado "preguiçoso" e "gordo" ao bebé. No mês seguinte as autoridades informaram o casal de que o pedido de adoção permanente não seria concedido. O casal não aceitou a decisão e seguiu em frente com o processo de adoção, visto que a família da mulher queria que esta adotasse o menino.

Após a detenção do casal, as autoridades descobriram textos nos seus telefones onde a mulher insultava a criança, admitindo que lhe batia. Num dos textos Laura mostrou o seu desagrado em relação ao bebé "eu vou enlouquecer. Ele só me f**** o tempo todo, nunca posso ter um bom dia ou uma boa noite".

No dia seguinte foi enviada, do telefone da mulher, uma mensagem onde esta admitiu ter espancado o menino "eu simplesmente espanquei-o, não aguento mais, ele vai ter que ir".

Segundo o The Sun, quando levada a tribunal, Laura disse que o bebé havia caído do sofá e batido com a cabeça. Após o julgamento, uma promotora dos serviços de proteção infantil (CPS North), classificou a mulher como "egocêntrica, abusiva e violenta."

 

 

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