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Correio da Manhã

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EUA: Todos os países podem fazer mais na luta contra o ébola

O vírus ébola já causou 4555 mortos em 9216 casos registados em sete países.
21 de Outubro de 2014 às 18:21
Enfermeira norte-americana treina protocolo de segurança contra o vírus
Enfermeira norte-americana treina protocolo de segurança contra o vírus FOTO: Mike Segar/REUTERS

Os Estados Unidos admitem que a resposta de Washington contra o atual surto de Ébola na África Ocidental não foi "suficientemente rápida", mas acreditam que os esforços em curso vão ser essenciais para vencer esta batalha humanitária.

"A administração norte-americana admite que não foi suficientemente rápida para controlar a doença, mas vamos trabalhar agora e vamos fazer mais", disse esta terça-feira o porta-voz em língua portuguesa do Departamento de Estado norte-americano, Justen Thomas, que se deslocou esta semana a Lisboa.


Na última semana, algumas organizações têm criticado a lentidão da resposta por parte dos países e a falta de solidariedade internacional face ao surto do vírus do Ébola, que já matou desde o início do ano mais de quatro mil pessoas na África Ocidental. Uma das vozes críticas foi o presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, que afirmou que o mundo "estava a perder a batalha" face ao vírus do Ébola, por falta de solidariedade internacional.

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