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Correio da Manhã

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Ex-agente do Pentágono diz que “não há dúvida” da existência de OVNI

Luis Elizondo dirigiu um programa secreto que o governo norte-americano disse não existir.
26 de Dezembro de 2017 às 13:09
Objeto voador não identificado captado por um jato da Marinha dos EUA
Objeto voador não identificado captado por um jato da Marinha dos EUA
Objeto voador não identificado captado por um jato da Marinha dos EUA
Objeto voador não identificado captado por um jato da Marinha dos EUA
Objeto voador não identificado captado por um jato da Marinha dos EUA
Objeto voador não identificado captado por um jato da Marinha dos EUA
Objeto voador não identificado captado por um jato da Marinha dos EUA
Objeto voador não identificado captado por um jato da Marinha dos EUA
Objeto voador não identificado captado por um jato da Marinha dos EUA
Objeto voador não identificado captado por um jato da Marinha dos EUA
Objeto voador não identificado captado por um jato da Marinha dos EUA
Objeto voador não identificado captado por um jato da Marinha dos EUA

Um ex-agente secreto do Departamento de Defesa dos EUA confirmou a um jornal britânico que "não há dúvida razoável" da existência de objetos voadores não identificados (OVNI). Luis Elizondo dirigiu um programa secreto que o governo norte-americano disse que não existia mas, dois meses depois de se ter demitido, confessa acreditar que não estamos sozinhos. 

'Programa de Identificação de Ameaças de Aviação Avançadas' é o nome do departamento secreto que Luis Elizondo dirigiu durante vários anos, a partir do seu escritório no quinto andar do Pentágono. O programa tinha como objetivo o estudo dos OVNI.

Em declarações ao jornal britânico The Telegraph, Elizondo falou sobre o seu trabalho como agente secreto e as conclusões a que o seu departamento chegou. "Na minha opinião, se estivéssemos num tribunal, chegámos ao ponto em que 'não há qualquer dúvida razoável'. Detesto usar o termo OVNI, mas é isso que está em causa", afirmou. "Parece-me óbvio que [aquelas aeronaves] não são nossas e não são de mais ninguém, por isso temos que nos questionar de onde vêm", acrescentou.

O especialista revelou que o programa que dirigia concluiu existirem "pontos quentes" onde os objetos voadores não identificados costumam ser avistados. As centrais nucleares são um deles. "Começámos a ver padrões e semelhanças nos avistamentos", começa por explicar. "Imensa capacidade de maneabilidade, velocidades supersónicas sem haver explosão sónica, velocidades de 11 mil a 12 mil kms/h, nenhuma superfície de controlo de voo nos objetos. E muito disto está provado com dados de sinal radar, filmagens aéreas, vários testemunhos", continuou.

"A minha convicção pessoal é que há provas muito fortes de que podemos não estar sozinhos", afirmou Elizondo, há uma semana, em entrevista a um programa da CNN.

A existência do 'Programa de Identificação de Ameaças de Aviação Avançada' foi noticiada este ano pelo jornal britânico The New York Times e acabou por ser confirmada pelo governo norte-americano que, inicialmente, a tinha negado. Elizondo diz que o programa continua a existir até hoje, mas o governo dos EUA garante que o projeto apenas funcionou de 2007 a 2012. 

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