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Correio da Manhã

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Ex-militar mata cão de serviço a tiro e filma momento

Marinna Rollins encontra-se detida, juntamente com o namorado, alegado cúmplice do crime.
Catarina Figueiredo 26 de Abril de 2017 às 11:04
A ex-militar Marinna Rollins, suspeito de matar a tiro o seu cão de serviço
O namorado Jerren Heng também é considerado suspeito do crime
Cão foi amarrado a uma árvore com uma corda e foi abatido a tiro. Momento ficou registado em vídeo
A ex-militar com o cão momentos antes de o vídeo ser gravado e o animal ser morto a tiro
Camboui foi morto. Principal suspeita é a dona, ex-militar, e o namorado desta
A ex-militar Marinna Rollins, suspeito de matar a tiro o seu cão de serviço
O namorado Jerren Heng também é considerado suspeito do crime
Cão foi amarrado a uma árvore com uma corda e foi abatido a tiro. Momento ficou registado em vídeo
A ex-militar com o cão momentos antes de o vídeo ser gravado e o animal ser morto a tiro
Camboui foi morto. Principal suspeita é a dona, ex-militar, e o namorado desta
A ex-militar Marinna Rollins, suspeito de matar a tiro o seu cão de serviço
O namorado Jerren Heng também é considerado suspeito do crime
Cão foi amarrado a uma árvore com uma corda e foi abatido a tiro. Momento ficou registado em vídeo
A ex-militar com o cão momentos antes de o vídeo ser gravado e o animal ser morto a tiro
Camboui foi morto. Principal suspeita é a dona, ex-militar, e o namorado desta

A ex-militar norte-americana Marinna Rollins e o namorado Jerren Heng, estão a ser investigados pelas autoridades depois de alegadamente terem agredido um cão, de raça Pitbull, momentos antes de o matar com um disparo. 


A polícia teve acesso a um vídeo no qual é possível ver o animal preso a uma árvore com uma corda e a levar um tiro disparado por Marina, no meio de uma zona de mato.

"Foi bom. És um bom cãozinho, gosto muito de ti, mas...", são as palavras da ex-militar antes de disparar contra o cão de serviço, baptizado de Camboui. Nas imagens, é possível observar o corpo do animal a ser arrastado para uma sepultura. 

O episódio, que teve lugar no estado norte-americano Carolina do Norte, foi denunciado depois de o casal fazer uma publicação no Facebook onde davam a entender que iriam mandar o cão para uma "nova vida", há cerca de cinco meses atrás.

Investigações feitas, a polícia não teve dúvidas ao constatar mensagens de texto onde Marina confessava ter sido a autora do crime contra o animal. A situação foi denunciada por uma associação que protege animais de maus tratos, a "Justice for Cam". 

Os dois acabaram detidos e estão presos sob o pagamento de uma fiança de cerca de vinte mil euros. 







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