Exército birmanês rejeita "discriminação religiosa" contra 'rohingyas' em conversa com papa

Papa Francisco está no território birmanês com o intuito de transmitir uma mensagem de paz.
Por Lusa|27.11.17
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O chefe do exército da Birmânia (atualmente Myanmar), acusado de liderar uma "limpeza étnica" contra a minoria muçulmana 'rohingya', assegurou esta segunda-feira ao papa Francisco que aquele país não exerce "qualquer discriminação religiosa".

O general Min Aung Hlaing deu esta garantia durante um encontro com o pontífice na cidade birmanesa de Rangum, no âmbito da visita apostólica que Francisco iniciou esta segunda-feira ao território birmanês e que vai terminar, no sábado, no Bangladesh.

A reunião durou 15 minutos e realizou-se na sede do arcebispado de Rangum, onde Francisco está alojado.

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