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Correio da Manhã

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FBI investiga radicalismos relacionados com o Estado Islâmico

Os Estados Unidos acreditam que cerca de 100 norte-americanos viajaram para a Síria e para o Iraque.
25 de Fevereiro de 2015 às 23:08
FBI investiga possíveis jihadistas
FBI investiga possíveis jihadistas FOTO: Lucas Jackson/Reutres

O diretor do FBI, James Comey, disse esta quarta-feira que aquela polícia federal norte-americana está a realizar uma série de investigações sobre radicalismo relacionadas com o grupo extremista Estado Islâmico em todo o país.

"Temos investigações a pessoas em diferentes estados de radicalização em 50 regiões do país", disse James Comey, durante uma intervenção na Associação Nacional dos Procuradores-Gerais.

Segundo James Comey, o fenómeno não ocorre só em Nova Iorque ou em Washington. O FBI deteve esta quarta-feira três pessoas em Nova Iorque por suspeitas de apoio ao Estado Islâmico.

Na intervenção, James Comey disse também que o Estado Islâmico é especialmente eficaz no recrutamento de jovens através das redes sociais e que convence, os que não se podem juntar ao grupo no Iraque e na Síria, a realizar ataques nos seus países de origem.

Para o diretor do FBI, a força conjunta para combate ao terrorismo, que junta várias polícias e serviços de inteligência, é mais importante agora do que nos ataques de 11 de setembro de 2001.

A mensagem do Estado Islâmico está a atrair "almas atormentadas e de pessoas à procura de um sentido para a sua vida de uma forma completamente errada", salientou James Comey.

Os Estados Unidos acreditam que cerca de 100 norte-americanos viajaram para a Síria e para o Iraque para se juntar ao Estado Islâmico.

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