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Correio da Manhã

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FMI trava visita a Angola

O Fundo Monetário Internacional (FMI) continua a aguardar que o governo de Angola forneça todas as informações relacionadas com as receitas extraordinárias ganhas em 2004 com a alta do preço do petróleo, situação que está a atrasar a visita ao país de uma missão do FMI e levanta sérias dúvidas sobre a assinatura de um acordo entre o governo angolano do presidente José Eduardo dos Santos, e aquela instituição.
20 de Fevereiro de 2005 às 00:00
O presidente Eduardo dos Santos
O presidente Eduardo dos Santos FOTO: José Barradas
Em três meses, o FMI adiou duas vezes a ida de uma missão a Angola. Agendada para Novembro de 2004, a missão foi adiada para o último mês de Janeiro, facto que não se concretizou e que, segundo fontes em Luanda, não deve ocorrer antes do fim deste mês.
Em Novembro do ano passado, o governo declarou que esperava obter um rendimento extra de 600 milhões de dólares como resultado da alta dos preços do petróleo. Porém, diplomatas ocidentais, revelam que o FMI cancelou a visita alegando que o Ministério das Finanças falhou ao não providenciar todos os dados relativos à aplicação do referido dinheiro.
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