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Futebolista pode ver pena anulada

Advogado de Bruno, condenado a mais de 22 anos de prisão, aguarda fim das investigações.
21 de Abril de 2013 às 01:00



Uma inesperada suspeita sobre uma das juradas que em março condenaram o ex-guarda-redes Bruno a 22 anos e três meses de prisão pela morte da ex-amante, a modelo Eliza Samúdio, pode provocar a anulação do julgamento.

A suspeita contra a jurada, cujo nome não foi revelado, foi tornada pública pelo advogado de Bruno, Tiago Lenoir. Este afirma que a mulher foi detida após a polícia de Minas Gerais, onde Bruno foi condenado e está preso, ter invadido o bar onde ela trabalha e encontrado cocaína e um caderno com nomes de clientes e lista de vendas de estupefacientes. A busca foi realizada depois de os agentes terem recebido uma denúncia, segundo a qual a jurada usava o bar como local de tráfico, mas ela acabou por ser libertada por não ter sido possível provar-se que a cocaína era mesmo sua.

"Se a jurada estava envolvida no tráfico de droga, o julgamento deverá ser anulado"- afirmou Lenoir, acrescentando só agora ter sabido da detenção da jurada, que ocorreu no passado dia 5. O advogado adiantou que não vai tomar qualquer atitude e vai aguardar as investigações da polícia e do Ministério Público.

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