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Correio da Manhã

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Fuzileiros partem para Moçambique em missão de resgate após ciclone Idai

Militares partiram já de madrugada num avião C-130. Há trinta portugueses desaparecidos.
21 de Março de 2019 às 00:07
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Missão de resgate acontece após devastação deixada pelo ciclone Idai.
Quarenta militares, 25 dos quais fuzileiros, partiram esta quarta-feira à noite para Moçambique para a operação de resgate após a devastação causada pelo ciclone Idai.

Seguem também duas equipas cinotécnicas da GNR, com cães especializados em busca e salvamento e um vários elementos do exército, incluindo uma equipa de engenharia.


Trinta portugueses estão dados como desaparecidos, segundo avançou o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, em declarações na tarde desta quarta-feira.

Há famílias no país africano a pedir para entrar em contacto com os familiares portugueses.

Os militares partiram já de madrugada num avião C-130. O voo, tem previstas pelo duas escalas, estando programas uma primeira paragem em Acra, no Gana, para reabastecimento e uma segunda em São Tomé e Príncipe. A chegada a Moçambique está prevista para as 12h00 de sexta-feira (hora portuguesa)

Os militares levam, entre outro material, medicamentos, botes, drones, equipamentos de comunicação, rações de combate para 15 dias.

Esta quinta-feira segue um segundo avião C-130 com outra equipa de militares e admite-se que possa ser enviada uma terceira aeronave de apoio.

Recorde-se que o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, despediu-se de todos os militares antes da partida.
Moçambique Idai C-130 da Força Aérea questões sociais
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