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Grávida escolhe entre salvar a perna ou o bebé após acidente de mota

Mulher estava grávida de quatro semanas quando foi submetida a várias intervenções cirúrgicas.
Correio da Manhã 23 de Setembro de 2019 às 14:51
Caitlin e a filha Tinley de cinco anos
Caitlin e a filha Tinley de cinco anos
Caitlin e a filha Tinley de cinco anos
Mulher escolhe entre salvar a perna ou o bebé após acidente de mota
Mulher escolhe entre salvar a perna ou o bebé após acidente de mota
Caitlin e a filha Tinley de cinco anos
Caitlin e a filha Tinley de cinco anos
Caitlin e a filha Tinley de cinco anos
Mulher escolhe entre salvar a perna ou o bebé após acidente de mota
Mulher escolhe entre salvar a perna ou o bebé após acidente de mota
Caitlin e a filha Tinley de cinco anos
Caitlin e a filha Tinley de cinco anos
Caitlin e a filha Tinley de cinco anos
Mulher escolhe entre salvar a perna ou o bebé após acidente de mota
Mulher escolhe entre salvar a perna ou o bebé após acidente de mota

Uma mulher de 29 anos esteve envolvida num acidente de mota com o namorado em 2014, no Texas, EUA. Ao ser transportada para o hospital, a vítima foi informada de que estava grávida de quatro semanas e teve de escolher entre salvar a vida do bebé ou a sua perna.

Caitlin Conner e o namorado, Jaylon, dirigiam-se de mota quando uma mulher que seguia num carro, distraída pelo telemóvel, se atravessou à frente do casal. A colisão entre os veículos resultou no ferimento dos jovens que foram transportados para diferentes hospitais por meio aéreo.

A mulher partiu ossos do pé esquerdo, fraturou a tíbia, rompeu uma artéria e sofreu uma grande hemorragia no local do acidente.

No hospital, os médicos informaram Caitlin de que estava grávida e precisava de múltiplas cirurgias para salvar a sua perna. No entanto, os procedimentos comprometiam a vida do bebé.

Durante as tentativas para salvar a perna de Connor, que implicaram seis cirurgias de reconstrução, a mulher não foi quase anestesiada e a medicação para as dores foi reduzida devido à gravidez.

No fim, Caitlin optou por salvaguardar a vida da filha, abdicando da sua total mobilidade com a amputação da perna esquerda. "A minha perna não me definiria enquanto pessoa, mas o meu bebé sim".

Antes do nascimento do bebé, a jovem aprendeu a andar com uma prótese e apaixonou-se por várias atividades desportivas adaptadas entre as quais ciclismo, corrida e natação.

Desde que se tornou numa atleta de alta competição, Caitlin fundou uma organização sem fins lucrativos, a Be More Adaptive que fornece recursos para desportos adaptados a pessoas com deficiência permitindo que mais pessoas se envolvam nas atividades desportivas.

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