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Correio da Manhã

Mundo
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Herói luso salva polícia de ser linchado na rua durante protesto

Miguel Paixão viu um agente caído e atacado por manifestantes e foi ajudá-lo.
Francisco J. Gonçalves 6 de Dezembro de 2018 às 10:13
Miguel Paixão nasceu em França e vive nos arredores de Paris
Caos e destruição provocados pelos protestos dos 'coletes amarelos'
Caos e destruição provocados pelos protestos dos 'coletes amarelos'
Caos e destruição provocados pelos protestos dos 'coletes amarelos'
Caos e destruição provocados pelos protestos dos 'coletes amarelos'
Caos e destruição provocados pelos protestos dos 'coletes amarelos'
Caos e destruição provocados pelos protestos dos 'coletes amarelos'
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Miguel Paixão nasceu em França e vive nos arredores de Paris
Caos e destruição provocados pelos protestos dos 'coletes amarelos'
Caos e destruição provocados pelos protestos dos 'coletes amarelos'
Caos e destruição provocados pelos protestos dos 'coletes amarelos'
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Caos e destruição provocados pelos protestos dos 'coletes amarelos'
Miguel Paixão nasceu em França e vive nos arredores de Paris
Caos e destruição provocados pelos protestos dos 'coletes amarelos'
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Caos e destruição provocados pelos protestos dos 'coletes amarelos'
Caos e destruição provocados pelos protestos dos 'coletes amarelos'
Caos e destruição provocados pelos protestos dos 'coletes amarelos'
Um lusodescendente salvou um polícia que estava a ser agredido junto ao Arco do Triunfo durante os protestos de sábado, em Paris. Miguel Henriques Paixão frisa que apoia os ‘coletes amarelos’ mas decidiu agir, porque recusa a violência gratuita.

"Vi vários coletes amarelos caídos e fui ajudá-los", contou à agência Lusa: "Um polícia estava a ser isolado, tinha caído e começaram a pontapeá-lo. Aí, eu nem pensei, disse a toda a gente à minha volta para parar de lhe bater e afastei-me com ele em segurança", contou.

Miguel Paixão foi identificado depois de o Sindicato da Polícia fazer um apelo na TV para saber quem era o manifestante que ajudou o agente. O gesto valeu-lhe o reconhecimento de alguns, mas também insultos nas redes sociais.

Afirma-se "enervado" com as acusações de que era um infiltrado da Polícia. "Trabalho numa fábrica, sou um colete amarelo normal", afirma o filho de portugueses, dizendo que protesta por "estar farto" de quem "vive às nossas custas [...] e não faz nada por nós".

Entretanto, o governo anunciou ontem o cancelamento definitivo do aumento dos combustíveis que esteve na origem dos protestos, isto depois de já ter anunciado na véspera a suspensão da medida por seis meses.

"É a prova de que estamos prontos para o diálogo", disse o PM Édouard Philippe.
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