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Correio da Manhã

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Irão denuncia novos disparos da frota americana contra os seus navios

Porta-aviões terá disparado contra navios da Guarda Revolucionária, no segundo incidente na mesma semana.
Lusa 29 de Julho de 2017 às 10:38
O porta-aviões americano USS Nimitz
O porta-aviões americano USS Nimitz
O porta-aviões americano USS Nimitz
O porta-aviões americano USS Nimitz
O porta-aviões americano USS Nimitz
O porta-aviões americano USS Nimitz
O porta-aviões americano USS Nimitz
O porta-aviões americano USS Nimitz
O porta-aviões americano USS Nimitz
O porta-aviões americano USS Nimitz
O porta-aviões americano USS Nimitz
O porta-aviões americano USS Nimitz

A Guarda Revolucionária do Irão afirmou este sábado que um porta-aviões da Marinha dos Estados Unidos fez disparos de advertência de forma "não profissional" a navios iranianos, divulgou a agência oficial de notícias iraniana IRNA.

A agência de notícias, citando uma declaração da Guarda Revolucionário, informou que o USS Nimitz, acompanhado por outro navio e um helicóptero, chegou perto de uma plataforma 'offshore' de petróleo iraniana no Golfo Pérsico e de barcos tripulados por elementos da Guarda.

O confronto ocorreu na sexta-feira à tarde e os navios da Marinha dos Estados Unidos deixaram a área após este encontro.

O incidente acontece três dias depois de um barco de patrulha da Marinha dos Estados Unidos ter disparado tiros de advertência, na terça-feira, perto de um navio iraniano, que segundo os marinheiros norte-americanos se teria aproximado perigosamente da sua embarcação.

O Irão e os Estados Unidos frequentemente têm este tipo de encontro no Golfo Pérsico, quase sempre envolvendo a Guarda Revolucionária, uma força separada das forças armadas do Irão que responde apenas ao líder supremo do país.

Em janeiro, o USS Mahan disparou tiros contra os barcos iranianos de ataque rápido quando estes aproximaram-se do porta-aviões no Estreito de Ormuz.

As forças iranianas veem a presença norte-americana no Golfo como uma provocação. Acusam a Marinha dos Estados Unidos de ter um comportamento não profissional, especialmente no Estreito de Ormuz, através do qual passa um terço de todo o petróleo produzido no mundo.

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