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Jornalista morre depois de fazer 159 horas a mais num mês

Mulher morreu três dias depois das eleições.
5 de Outubro de 2017 às 15:07
Uma jornalista morreu depois de ter feito 159 horas extraordinárias num mês. Miwa Sado, de 31 anos, trabalhava na estação pública japonesa NHK quando sofreu um ataque cardíaco, avança o jornal The Guardian.

O caso que aconteceu há três anos foi só agora revelado por respeito à família e com o objetivo de pressionar as autoridades a lidar com o elevado número de mortes pelas horas a mais pedidas aos trabalhadores japoneses.

A mulher tinha folgado apenas dois dias do mês por estar a cobrir as eleições para a Assembleia Municipal de Tóquio e as eleições para o parlamento, em junho e julho de 2013.

Também em 2015, uma mulher pôs termo à própria vida por estar "fisicamente e mentalmente despedaçada". Matsuri Takahashi, de 24 anos, tinha trabalhado mais de 100 horas extraordinárias nos meses antes da tragédia.
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