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Correio da Manhã

Mundo
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Jovens manifestantes cercados pela polícia em universidade de Hong Kong

Forças de segurança avisam que rendição é a única opção possível dos manifestantes.
Ricardo Ramos 19 de Novembro de 2019 às 01:30
Estudantes incendiaram uma barricada num dos acessos à universidade
Universidade Politécnica de Hong Kong  foi palco de violentos confrontos durante o fim de semana, com centenas de estudantes a resistirem por todos os meios ao avanço da polícia. Dezenas de pessoas ficaram feridas e as autoridades ameaçaram usar balas verdadeiras após um agente ter sido ferido numa perna por uma flecha
Universidade Politécnica de Hong Kong  foi palco de violentos confrontos durante o fim de semana, com centenas de estudantes a resistirem por todos os meios ao avanço da polícia. Dezenas de pessoas ficaram feridas e as autoridades ameaçaram usar balas verdadeiras após um agente ter sido ferido numa perna por uma flecha
Universidade Politécnica de Hong Kong  foi palco de violentos confrontos durante o fim de semana, com centenas de estudantes a resistirem por todos os meios ao avanço da polícia. Dezenas de pessoas ficaram feridas e as autoridades ameaçaram usar balas verdadeiras após um agente ter sido ferido numa perna por uma flecha
Polícia esmaga um guarda-chuva, símbolo do movimento pró-democracia
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Universidade Politécnica de Hong Kong  foi palco de violentos confrontos durante o fim de semana, com centenas de estudantes a resistirem por todos os meios ao avanço da polícia. Dezenas de pessoas ficaram feridas e as autoridades ameaçaram usar balas verdadeiras após um agente ter sido ferido numa perna por uma flecha
Universidade Politécnica de Hong Kong  foi palco de violentos confrontos durante o fim de semana, com centenas de estudantes a resistirem por todos os meios ao avanço da polícia. Dezenas de pessoas ficaram feridas e as autoridades ameaçaram usar balas verdadeiras após um agente ter sido ferido numa perna por uma flecha
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Centenas de manifestantes pró-democracia, na sua maioria jovens estudantes, estão desde o fim de semana cercados pela polícia na Universidade Politécnica de Hong Kong, um dos principais epicentros dos protestos que há meses abalam a antiga colónia britânica. As forças de segurança exigem a "rendição total" dos manifestantes e teme-se um banho de sangue.

Durante a madrugada e a manhã desta segunda-feira, pequenos grupos de manifestantes tentaram furar o cerco policial mas foram rapidamente detidos pelas forças antimotim. Num dos casos, os estudantes chegaram a deslizar por cordas de um viaduto e foram recolhidos por motos que os aguardavam, desconhecendo-se se conseguiram escapar.

Do outro lado das barreiras policiais, outros grupos de manifestantes tentavam criar manobras de diversão para facilitar a fuga dos estudantes, mas eram rapidamente dispersados por balas de borracha e granadas de gás lacrimogéneo.

Ao final da tarde desta segunda-feira, a polícia avisou que a rendição "é a única opção" para os cerca de 300 a 400 estudantes que estão barricados no campus da universidade, que durante o fim de semana foi palco dos mais violentos confrontos desde o início dos protestos pró-democracia, com os manifestantes a lançarem pedras e cocktails molotov conta os polícias, que responderam com gás lacrimogéneo, balas de borracha e canhões de água.

Dezenas de pessoas ficaram feridas, incluindo um polícia atingido por uma flecha disparada pelos estudantes, numa escalada que levou as autoridades a ameaçarem usar balas verdadeiras para travar a violência contra as forças de segurança.

A situação no interior da universidade começava esta segunda-feira a ficar desesperada, com a água e a comida a escassear e muitos feridos a necessitarem de ajuda médica. Outros sofriam de hipotermia após terem sido atingidos pelos canhões de água da polícia.

"A situação está muito perigosa. Se a polícia decidir entrar à força haverá uma forte resistência e tememos um banho de sangue", avisou o deputado Jasper Tsang, que estava a tentar negociar uma rendição pacífica dos manifestantes.

SAIBA MAIS
1997
Foi o ano em que Hong Kong foi devolvido à China após 156 anos de administração britânica.

Guerra do Ópio
Hong Kong foi ocupado pelas tropas britânicas durante a Guerra do Ópio (1839–1842). Em 1898, acabou por ser alugado à coroa britânica por 99 anos.

Um país, dois sistemas
Pequim tem governado Hong Kong ao abrigo da fórmula ‘um país, dois sistemas’, que prevê a manutenção do sistema capitalista com um elevado grau de autonomia por 50 anos.

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