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Correio da Manhã

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Juncker ameaça com “fatura muito cara” após Brexit

Presidente da Comissão Europeia diz que o Reino Unido terá de pagar a sua parte pelos compromissos assumidos na UE.
Francisco J. Gonçalves 22 de Fevereiro de 2017 às 08:43
Juncker rompeu o silêncio sobre o Brexit para fazer avisos a Londres sobre os custos da saída da União Europeia
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O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, alertou ontem o Reino Unido que a saída do país da União Europeia (UE) "terá uma fatura muito cara" para os britânicos.

Em discurso no parlamento federal belga, Juncker destacou, em tom de ameaça, que: "Não haverá descontos nem custo zero" no processo do Brexit.

Em causa poderão estar cerca de 60 mil milhões de euros que o Reino Unido terá de pagar como parte dos compromissos assumidos no âmbito da UE quando o Reino Unido ainda integrava o grupo dos 28. Este valor inclui ordenados, reformas e demais regalias dos funcionários europeus. "Os britânicos sabem disto", frisou Juncker, "têm de respeitar os compromissos que ajudaram a firmar".

Londres poderá tentar diminuir a fatura exigindo o desconto do valor que lhe cabe nos ativos comunitários, nomeadamente nos edifícios das instituições europeias, que são propriedade partilhada dos membros da UE. O Reino Unido terá de ser compensado pela perda da sua quota-parte.

Alguns consideram, no entanto, que se a UE não mostrar alguma flexibilidade para negociar os britânicos poderão sair sem respeitar os compromissos e sem pagar a fatura.

Para fechar o discurso num tom menos ameaçador, Juncker defendeu que as negociações do Brexit "não devem ser feitas com o coração carregado de hostilidade", pois a Europa, frisou, "deve muito ao Reino Unido".
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