Justiça brasileira bloqueia bens de ex-candidato presidencial por corrupção

Alckmin é acusado de ter recebido por parte da construtora Odebrecht doações não contabilizadas para a campanha eleitoral de 2014.
Por Lusa|16.04.19
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A Justiça brasileira determinou na segunda-feira o bloqueio de parte dos bens do ex-candidato presidencial às eleições de 2018 Geraldo Alckmin por corrupção, num caso onde é acusado de receber subornos do grupo Odebrecht.

Alckmin, um dos candidatos derrotados por Jair Bolsonaro na eleição presidencial de outubro passado, é acusado de ter recebido por parte da construtora Odebrecht doações não contabilizadas para a campanha eleitoral de 2014, em que foi reeleito governador do Estado brasileiro de São Paulo.

O juiz Alberto Alonso Muñoz, da 13ª Vara da Economia Pública de São Paulo, em resposta a um pedido do Ministério Público, ordenou o embargo de 39,7 milhões de reais (cerca de 9,7 milhões de euros) em bens pertencentes aos sete acusados no processo, de acordo com fontes judiciais.

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