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Correio da Manhã

Mundo

Lentidão no julgamento de ativistas contestada

Ao fim da terceira sessão, só foram ouvidos dois dos arguidos.
Ricardo Ramos 19 de Novembro de 2015 às 10:54
A defesa pediu libertação dos ativistas durante o julgamento
A defesa pediu libertação dos ativistas durante o julgamento FOTO: Paulo Julião/Lusa
Os advogados de defesa dos 17 dissidentes que estão a ser julgados em Luanda por prepararem uma revolta contra o presidente José Eduardo dos Santos criticaram esta quarta-feira a lentidão do processo, que ao fim de três dias ainda só ouviu dois arguidos.

"São 17 ativistas e até ao momento estamos ainda no segundo. A Constituição prevê que tem de haver celeridade", afirmou o advogado Walter Tondela, acrescentando que, a este ritmo, o julgamento não terminará amanhã, como previsto.

"O problema é que os ativistas encontram-se privados de liberdade. Eles deviam ser libertados e assim o julgamento podia demorar mais tempo", acrescentou o advogado.


Até ao momento, foram apenas ouvidos ‘Nito’ Alves e Hitler Chiconda.
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