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Correio da Manhã

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Leopoldo López afirma que a intervenção militar é opção para chegar à liberdade

Para o líder do partido de oposição venezuelano não há nada que impeça os manifestantes de usar a Constituição para alcançar a liberdade.
3 de Maio de 2019 às 12:23
Leopoldo López
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O líder do partido de oposição venezuelano Vontade Popular, Leopoldo López, afirmou, em entrevista à agência Efe, que a intervenção militar continua a ser uma opção como alternativa ao quadro constitucional da Venezuela.

O político libertado após três anos detido por liderar atos de violência durante marchas e manifestações da oposição, revela que os manifestantes não excluem "nenhum cenário" e a Constituição prevê a possibilidade de intervenção militar "porque é constitucional e porque a liberdade é para todos".

Para Leopoldo López apenas a "conquista da liberdade" pode salvar a Venezuela e que não há nada que impeça a oposição de usar a Constituição para alcançar a liberdade, pelo que "grande parte" das forças Armadas estão do lado dos manifestantes.

Na residência do embaixador de Espanha, em Caracas, o político referiu que os venezuelanos vão acabar com "usurpação" do poder por parte do presidente Nicolas Maduro e que o líder está rodeado de pessoas que o querem afastado do poder.

"Hoje Maduro não pode confiar nem sequer em quem lhe serve o café. Ele sabe que aqueles que compõe o círculo mais próximo estão em contacto connosco, a todos os níveis, e sabe que tem de fingir que está a controlar a situação"

López foi detido em 2014 e condenado a 14 anos de prisão. O líder do partido Vontade Popular esteve três meses numa prisão militar e depois em regime prisão domiciliária tendo sido libertado na passada terça-feira, por um grupo de militares e funcionários do Serviço Bolivariano de Inteligência (SEBIN).
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