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Correio da Manhã

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Líbano: Kofi Annan apoia envio de força internacional

O secretário-geral da ONU anunciou esta segunda-feira estar a trabalhar, em conjunto com os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança, no envio de uma força internacional que ponha termo à escalada do conflito entre Israel, palestinianos e o grupo xiita libanês Hezbollah. Kofi Annan pediu um cessar-fogo imediato em respeito pela lei internacional e para que se poupem vidas civis.
17 de Julho de 2006 às 09:49
"Precisamos que as partes envolvidas entrem em acordo, o mais depressa possível, sobre um cessar-fogo, a fim de nos darem tempo para trabalhar", afirmou Annan à imprensa após um encontro com o primeiro-ministro britânico, Tony Blair à margem da cimeira do G8, em São Petersburgo.
"Apelo às partes que sejam selectivas nos seus alvos e que mantenham em vista o direito humanitário internacional e poupem vidas de civis, bem como as suas infraestruturas", acrescentou.
A RETIRADA DO LÍBANO
Na sequência das operações militares israelitas no Líbano, 18 cidadãos pediram ajuda ao Governo português para sair do país, entre os quais 14 portugueses (sete turistas e sete residentes), uma cidadã guineense e o filho e a mulher e o filho do cônsul do Brasil.
Dez vão abandonar o Líbano esta noite rumo a Chipre, a bordo de um navio francês, segundo a Secretaria de Estado das Comunidades. Os outros quatro partem na quarta-feira. A operação de retirada dos portugueses vai ficar a cargo do Governo francês, uma vez que Portugal não tem embaixada no Líbano.
Esta manhã, quarenta britânicos foram retirados de Beirute por helicópteros, na primeira fase de uma operação de evacuação do Reino Unido. Suécia, Espanha, Itália, Arábia Saudita, Grécia e Polónia também activaram nas últimas horas as operações de retirada dos seus cidadãos do território libanês.
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