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Correio da Manhã

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LÍDER MUÇULMANO DENUNCIA MASSACRE NA NIGÉRIA

Pelo menos 300 pessoas, na sua maioria muçulmana, morreram no passado domingo, em resultado de vários ataques da milícia cristã, na cidade de Yelwa, Nigéria. A violência étnica que assola o país já fez perto de 800 mortos nos últimos três meses.
5 de Maio de 2004 às 15:50
Abdulkadir Orire, o mais alto responsável muçulmano do país, descreveu os assassinatos como um “genocídio”, assegurando que as vítimas mortais, entre cristãos e muçulmanos, ascendem aos 800. “A informação que dispomos são que 300 pessoas morreram e quase todos elas eram muçulmanas. Consideramos que se trata de um genocídio uma vez que estão a matar mulheres e crianças”, afirmou Orire à agência noticiosa, Reuters.
De acordo com o líder espiritual, a milícia cristã utilizou metralhadoras no ataque, criticando duramente o governador do estado de Plateau, onde se deu a matança, por incitamento à violência.
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