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Correio da Manhã

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Madrasta admite que matou Gabriel em ato de raiva

“Tapei-lhe a boca e não me lembro de mais nada”, admite Julia Quesada.
Ricardo Ramos 11 de Setembro de 2019 às 01:30
Gabriel Cruz tinha oito anos e desapareceu no dia 27 de fevereiro
Ana Julia Quesada
Gabriel Cruz tinha oito anos e desapareceu no dia 27 de fevereiro
Ana Julia Quesada
Gabriel Cruz tinha oito anos e desapareceu no dia 27 de fevereiro
Ana Julia Quesada
Ana Julia Quesada admitiu esta terça-feira em tribunal ter assassinado o enteado Gabriel Cruz num acesso de raiva após este lhe ter chamado "negra feia". "Tapei-lhe a boca com a mão e não me lembro de mais nada. Só queria que se calasse, não queria matá-lo", confessou no arranque de um dos julgamentos mais aguardados do ano em Espanha.

O caso remonta a fevereiro do ano passado, quando o pequeno Gabriel, de apenas 8 anos, foi dado como desaparecido junto à casa da avó, em Almería. Sabe-se agora que foi levado por Ana Julia até uma quinta isolada da família, onde foi assassinado e enterrado.

A madrasta chegou a participar nas buscas e a deixar pistas falsas, mas acabou por ser apanhada em flagrante quando decidiu mudar o corpo do menino de local. Esta terça-feira, em tribunal, garantiu que a morte foi "um acidente" e declarou-se "inocente" do crime de homicídio premeditado.
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