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Mãe de Maddie chamada a tratar doentes Covid-19

Kate voltou a trabalhar 14 anos depois do desaparecimento da filha de três anos, no Algarve, em 2007.

22 de setembro de 2021 às 01:30

Desde que Maddie desapareceu sem deixar rasto, no Algarve, em 2007, Kate McCann não mais trabalhou - exercia funções de médica anestesista em hospitais de Leicester, no Reino Unido. Catorze anos depois, a mãe da menina britânica regressou ao trabalho e, apesar de já não estar na especialidade de Cirurgia, está a tratar doentes, vítimas da Covid-19. Kate recusou comentar este regresso à normalidade, mas um amigo da família garante que a mãe de Maddie está muito feliz.

Gerry McCann, recorde-se, apenas largou o trabalho quando esteve em Portugal durante as buscas pela filha, na altura com três anos. Quando o casal decidiu voltar a Inglaterra com os dois filhos gémeos, Gerry voltou ao serviço de Cardiologia exatamente no mesmo hospital onde Kate está a trabalhar. É lá que se mantém até aos dias de hoje.

“A Kate está muito feliz por poder ajudar os seus colegas médicos numa altura em que eles mais precisam e também porque houve uma convocatória a todos os profissionais de saúde que possam ajudar no combate à pandemia da Covid-19”, contou um amigo de Kate à imprensa britânica.

Leicester tem 350 mil habitantes e foi uma das zonas mais atingidas pela Covid-19. A cidade entrou em confinamento no dia 23 de março de 2020 e foi o único local do país a permanecer fechado durante mais de um ano no Reino Unido.

Kate McCann e o marido continuam a acreditar que a filha Madeleine está viva e, por isso, todos os anos por altura do aniversário do desaparecimento da criança fazem apelos para que a polícia não largue a investigação deste caso. As autoridades alemãs garantem que têm provas que Maddie está morta e têm um suspeito identificado.

Acusação da morte até ao final do ano

A polícia alemã garante que até ao final do ano terá uma acusação contra Christian Brueckner, predador sexual suspeito de matar Maddie.

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