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Correio da Manhã

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Magistrados e políticos protegidos

O atentado contra o procurador da República da Comarca da Praia, Arlindo Figueiredo e Silva, fez acelerar as medidas de reforço de segurança em torno dos magistrados, sobretudo daqueles que estão a instruir processos ligados ao narcotráfico e branqueamento de capitais, apurou o CM.
16 de Dezembro de 2004 às 00:00
Arlindo Figueiredo e Silva não vacilou
Arlindo Figueiredo e Silva não vacilou FOTO: d.r.
Essas medidas, surgidas na sequência de uma reunião das forças policiais e de segurança realizada anteontem e coordenada pela ministra da Justiça, Cristina Fontes, e ministro da Administração Interna, Júlio Correia, abrangem, entre outras acções, a protecção policial às residências dos membros do Governo.
O Presidente da República, Pedro Pires, exprimiu a sua preocupação pela tentativa de assassínio do procurador da República da Praia, considerando ser “fundamental para o país tomar medidas preventivas imediatas”. Contactado pelo CM, o procurador-geral da República cabo-verdiano, Franklin Furtado, recusou-se a fazer comentários sobre o caso, remetendo para hoje uma tomada de posição oficial após uma reunião que realiza com todos os procuradores da Praia.
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