disputam as eleições presidenciais Carlos Vila Nova, o atual presidente, assim como Nito d'Abreu, Eugénio Tiny e Miques João.
Mais de 142 mil eleitores são chamados, este domingo, a escolher o próximo Presidente de São Tomé e Príncipe, numas eleições marcadas pela crispação política, mas sem registo de incidentes de maior.
Quatro candidatos disputam as eleições presidenciais. O atual Presidente, Carlos Vila Nova, tem como principal adversário Nito d'Abreu. Eugénio Tiny e Miques João são os outros dois candidatos, mas que não contam com qualquer apoio partidário e cuja campanha eleitoral foi praticamente inexistente.
Jorge Bom Jesus chegou a oficializar a sua candidatura, mas anunciou a sua desistência, ainda que fora do prazo legal. Ou seja, consta do boletim, mas, qualquer voto no candidato será considerado nulo.
O último dia das eleições ficou marcado pelo 'sequestro' da página na rede social Facebook do atual Presidente, na qual se registaram publicações não autorizadas, o que voltou a acontecer no sábado, dia de reflexão. No mesmo dia foi possível surpreender, 'online', mensagens e publicações de apelo ao voto, bem como na publicação de sondagens falsas.
Perante estas situações, a Comissão Eleitoral Nacional (CEN) admitiu ter uma estrutura de apenas nove elementos para responder à necessária fiscalização eleitoral.
Para a observação das eleições presidenciais de domingo em São Tomé e Príncipe encontram-se no terreno várias missões internacionais, nomeadamente da União Europeia, da União Africana, da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), dos países do G-7+, da Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC) e ainda da Rede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração dos Países de Língua Portuguesa (ROJAE-CPLP).
Segundo a CEN, os dados definitivos do recenseamento eleitoral automático registaram 142.191 eleitores, dos quais 121.670 estão em São Tomé e Príncipe e 20.521 na diáspora, nomeadamente 15.917 em cinco países da Europa, e 5.324 em quatro países de África.
Urnas abrem em ambiente tranquilo e sem filas
As urnas abriram pelas 07h00 (08h00 em Lisboa) na capital de São Tomé e Príncipe, registando-se pequenas filas para votar, num ambiente calmo no início do dia em que os são-tomenses escolhem o próximo presidente.
A votação começou com um ligeiro atraso na Escola Básica Dona Maria de Jesus, uma das principais assembleias de voto em São Tomé, onde se encontravam já muitos observadores das missões internacionais, mais do que os próprios votantes.
Segundo a Comissão Eleitoral Nacional (CEN), existem 358 assembleias de voto para estas eleições, 287 em São Tomé e Príncipe (distribuídas por seis distritos em São Tomé e pela Região Autónoma do Príncipe) e as restantes pela Europa (32 em Portugal) e 14 em quatro países africanos.
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