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Correio da Manhã

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MAIS TRÊS SOLDADOS AMERICANOS MORTOS

A tensão mantém-se elevada na capital iraquiana, que voltou a ser palco de violentos ataques, em dois dos quais morreram três soldados norte--americanos e um tradutor iraquiano. O edifício do Ministério dos Negócios Estrangeiros foi outro dos alvos, mas neste apenas se registaram danos materiais.
8 de Outubro de 2003 às 00:00
A violência passou a fazer parte do quotidiano dos iraquianos
A violência passou a fazer parte do quotidiano dos iraquianos
Os norte-americanos foram atingidos por bombas em estradas a oeste e a sul de Bagdad na noite de segunda-feira, tendo no primeiro ataque morrido um militar e ficado ferido um outro e, no segundo, sucumbido aos ferimentos mais dois soldados dos EUA e um tradutor iraquiano. Estes ataques fazem ascender para 88 o número de soldados americanos mortos em combate desde 1 de Maio, quando o presidente norte-americano, George W. Bush anunciou o fim das hostilidades.
Bagdad foi ainda palco de mais uma explosão, esta ocorrida ontem junto ao edifício do Ministério dos Negócios Estrangeiros, situado a poucos metros da sede da coligação anglo-americana. Este ataque, a que se seguiu um tiroteio sem consequências entre soldados americanos e milícias pró-Saddam Hussein, apenas causou danos materiais.
O dia de ontem foi ainda marcado por protestos de xiitas, que deram largas à sua indignação junto à mesquita de Ali al Bayaa, depois de terem sido detidos o imã Muayad Khazraji e o seu assistente, Abdel Jalil al-Shimli, acusados de guardarem armas naquele lugar de culto e de incitarem os iraquianos a oporem-se às forças de coligação. E, apesar de ser notória a falta de segurança, o Conselho Governativo do Iraque rejeitou ontem o destacamento de tropas turcas no país , um dia depois de o Parlamento de Ancara ter aprovado o seu envio.
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