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Correio da Manhã

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Mali: Francesa raptada tem cancro e precisa de assistência

A mulher francesa raptada desde meados de Setembro no Níger pela Al-Qaida do Magrebe Islâmico tem cancro e "já não pode permanecer muito tempo sem assistência", disse um dos mediadores das negociações.
10 de Outubro de 2010 às 23:32

 "Venho do local onde estão sequestrados, no deserto, onde encontrei  dois representantes do grupo que os raptou. A mulher francesa está doente  e não pode ficar mais tempo sem assistência", disse um nigeriano, à agência France Presse, que está  a mediar as negociações, referindo-se a Frances Larribe, a única mulher  de um grupo de sete pessoas que estão sequestradas no Mali.  

 

 Um outro intermediário confirmou: "A mulher francesa está doente. Já  sabíamos que a mulher tinha sido tratada pouco antes do seu rapto, mas tem  de ser acompanhada".   

 

De acordo com a mesma fonte, "os sequestradores disseram que os reféns estão vivos e bem tratados".  

 

Na noite de 15 para 16 de Setembro, sete pessoas foram sequestradas no norte do Níger, sendo cinco franceses, um togolês e um malgaxe.  

Dois dos raptados trabalhavam em minas de urânio da região, enquanto  as outras cinco pessoas sequestradas estavam a trabalhar para a Satom, uma  filial do grupo Vinci, de construção e obras públicas, que trabalha como  subcontratada da Areva na área mineira de Arlit.  

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