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Correio da Manhã

Mundo

Manifestantes angolanos contra o desemprego queixam-se de tortura pela polícia

Grupo apresenta queixa por detenção e agressão a 11 manifestantes.
Lusa 22 de Outubro de 2019 às 16:42
Confrontos entre agentes da polícia angolana e ativistas quando se manifestavam contra o desemprego
Confrontos entre agentes da polícia angolana e ativistas quando se manifestavam contra o desemprego
Confrontos entre agentes da polícia angolana e ativistas quando se manifestavam contra o desemprego
Confrontos entre agentes da polícia angolana e ativistas quando se manifestavam contra o desemprego
Confrontos entre agentes da polícia angolana e ativistas quando se manifestavam contra o desemprego
Confrontos entre agentes da polícia angolana e ativistas quando se manifestavam contra o desemprego
Confrontos entre agentes da polícia angolana e ativistas quando se manifestavam contra o desemprego
Confrontos entre agentes da polícia angolana e ativistas quando se manifestavam contra o desemprego
Confrontos entre agentes da polícia angolana e ativistas quando se manifestavam contra o desemprego

Os ativistas que a 15 de outubro tentaram manifestar-se contra o elevado índice de desemprego em Angola apresentaram à Procuradoria-Geral da República uma queixa-crime contra a polícia de Luanda, alegando terem sido vítimas de tortura.

Numa carta dirigida à Direção Nacional de Investigação e Ação Penal, o grupo apresenta queixa contra o comandante provincial da Polícia de Luanda, Eduardo Cerqueira, e o diretor das Operações do Comando Provincial de Luanda, Lázaro Vaz da Conceição, por detenção e agressão física a 11 manifestantes.

No documento, os subscritores relatam as agressões físicas que sofreram por parte da polícia no local da manifestação, as detenções e as alegadas torturas físicas e psicológicas a que foram submetidos nas esquadras.

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