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Correio da Manhã

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Manifestantes protestam na Bolívia

Centenas de manifestantes protestaram-se violentamente na terça-feira, contra o Governo de Evo Morales, em Santa Cruz (Este) e Tarija (Sul), na Bolívia, tomando de assalto vários edifícios públicos.
10 de Setembro de 2008 às 12:23
Manifestantes tomam de assalto edifícios públicos na Bolívia
Manifestantes tomam de assalto edifícios públicos na Bolívia FOTO: d.r.

Em resposta aos protestos, o governo boliviano considera tratar-se do início de um “golpe de estado civil” praticado pela oposição e grupos “fascistas”.

Como forma de protesto, contra a política do Governo de Esquerda os manifestantes, com bastões e pedras, tomaram de assalto vários edifícios da administração pública em Santa Cruz, a região mais rica do país, e em Tarija, uma região onde se concentra a maioria das reservas de hidrocarbonetos da Bolívia.


Como consequência da situação, o chefe da polícia de Tarija, o coronel Reynaldo Iturri afirmou que 'dois polícias ficaram feridos”.

Em Tarija, os manifestantes entraram na fábrica de distribuição de gás de Villamontes, 1200 quilómetros a Sudeste de La Paz, pertencendo à companhia franco-brasileira Transierra (Total e Petrobrás). Contudo, as exportações para o Brasil não foram interrompidas.

Por seu turno, em Santa Cruz, o bastião da oposição de direita, os manifestantes incendiaram as instalações da estação de televisão pública TVB e da rádio oficial “Patria Nueva”, obrigando-as a suspender a emissão. A central telefónica foi ocupada por jovens da associação de extrema-direita União da Juventude de Santa Cruz (UJC), que pilharam as instalações e deitaram pelas janelas documentos da empresa.
A fim de acalmar os ânimos, a polícia lançou gás lacrimogéneo para dispersar os manifestantes.

O protesto surge na sequência de uma situação criada por cinco governadores regionais, dos nove que existem na Bolívia, que lançaram há três semanas, uma campanha para bloquear as estradas, criticando a política de Esquerda levada a cabo por Morales. Os cinco governadores da oposição recusam o projecto de Constituição e pedem ao Presidente para investir mais nas suas regiões.

Entretanto, o líder dos manifestantes, Roberto Gutierrez, já declarou à televisão ‘ATB’, que os protestos vão continuar até que o Governo dê a Santa Cruz mais receitas dos seus negócios energéticos e deixou o alerta de que “não vamos deixar Evo Morales instalar uma ditadura”.

A crise política boliviana tem como base antigas rivalidades entre as regiões ocidental e oriental do país, onde muitos são contra as reformas do Presidente.

O protesto surge na sequência de uma situação criada por cinco governadores regionais, dos nove que existem na Bolívia, que lançaram há três semanas, uma campanha para bloquear as estradas, criticando a política de Esquerda levada a cabo por Morales. Os cinco governadores da oposição recusam o projecto de Constituição e pedem ao Presidente para investir mais nas suas regiões.

Entretanto, o líder dos manifestantes, Roberto Gutierrez, já declarou à televisão ‘ATB’, que os protestos vão continuar até que o Governo dê a Santa Cruz mais receitas dos seus negócios energéticos e deixou o alerta de que “não vamos deixar Evo Morales instalar uma ditadura”.

A crise política boliviana tem como base antigas rivalidades entre as regiões ocidental e oriental do país, onde muitos são contra as reformas do Presidente.

O protesto surge na sequência de uma situação criada por cinco governadores regionais, dos nove que existem na Bolívia, que lançaram há três semanas, uma campanha para bloquear as estradas, criticando a política de Esquerda levada a cabo por Morales. Os cinco governadores da oposição recusam o projecto de Constituição e pedem ao Presidente para investir mais nas suas regiões.

Entretanto, o líder dos manifestantes, Roberto Gutierrez, já declarou à televisão ‘ATB’, que os protestos vão continuar até que o Governo dê a Santa Cruz mais receitas dos seus negócios energéticos e deixou o alerta de que “não vamos deixar Evo Morales instalar uma ditadura”.

A crise política boliviana tem como base antigas rivalidades entre as regiões ocidental e oriental do país, onde muitos são contra as reformas do Presidente.

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