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Correio da Manhã

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Matança de família levanta dúvidas

Professores dizem que Marcelo era um jovem calmo e carinhoso e sonhava ser polícia
9 de Agosto de 2013 às 01:00
Versão oficial diz que Marcelo queria ser assassino profissional
Versão oficial diz que Marcelo queria ser assassino profissional FOTO: DR

O homicídio de um casal de polícias e de dois outros familiares em São Paulo, Brasil, atribuída ao filho dos agentes, de apenas 13 anos, levanta cada vez mais dúvidas.

A polícia reforçou ontem a acusação contra Marcelo Pesseghini, que se suicidou, afirmando ter encontrado sangue nas roupas dele e reiterando que era obcecado com a ideia de se tornar assassino profissional. Mas os professores garantem que o adolescente, descrito como carinhoso e aplicado, tinha o pai e a mãe como heróis e sonhava ser polícia como eles. Uma professora disse ainda que a mãe de Marcelo lhe confidenciou que o filho tinha uma doença degenerativa e que a sua esperança de vida não ultrapassava os 18 anos.

Já o comandante da mãe de Marcelo declarou que ela tinha denunciado polícias corruptos, e levanta a suspeita de que a família poderá ter sido morta como represália e Marcelo usado como bode expiatório.

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