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Meio-irmão de Kim Jong-un assassinado em 2017 era informador da CIA

Kim Jong-nam iria ao encontro de agentes da agência quando foi atacado na Malásia.

11 de junho de 2019 às 12:59

Kim Jong-nam, o meio-irmão do presidente da Coreia do Norte Kim Jong-un, assassinado na Malásia em 2017, era informador da agência secreta norte-americana CIA. 

A notícia é avançada pelo jornal diário dos Estados Unidos The Wall Street Journal que revela que o filho mais velho de Kim Jong-il se iria encontrar com um agente da agência quando foi atacado. 

Citando uma "pessoa que conhece o assunto", o jornal afirma que Kim Jong-nam se reuniu por diversas vezes com agentes secretos, mas muitos dos detalhes da relação entre a agência e o meio-irmão do líder norte-coreano permanecem obscuros.

"Vários antigos oficiais dos EUA disseram que o meio-irmão, que vivia fora da Coreia do Norte há anos e não tinha qualquer base de poder conhecida em Pyongyang, seria incapaz de dar detalhes do funcionamento interno do país", disse o The Wall Street Journal.

Os antigos funcionários também disseram que Kim Jong-nam esteve quase certamente em contato com os serviços de segurança de outros países, particularmente da China, disse o jornal.

As autoridades sul-coreanas e norte-americanas acusaram a Coreia do Norte de ordenar o assassinato de Kim Jong-nam, que havia criticado o governo dinástico da sua família. Pyongyang negou a alegação.

Duas mulheres foram acusadas de envenenar Kim Jong-nam atirando ao rosto de Kim VX líquido, uma arma química proibida, no aeroporto de Kuala Lumpur em fevereiro de 2017. Malásia libertou Doan Thi Huong, que é vietnamita, em maio, e a indonésia Siti Aisyah em março.

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