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Menina de quatro anos perde pernas e cinco dedos após sofrer infeção devido à Strep A

Aiyla esteve em coma induzido durante três semanas e quando acordou não conseguia mover as pernas e os braços.
Correio da Manhã 27 de Novembro de 2023 às 10:11
Aiyla perdeu as pernas e cinco dedos devido a uma infeção
Aiyla perdeu as pernas e cinco dedos devido a uma infeção
Aiyla perdeu as pernas e cinco dedos devido a uma infeção
Aiyla perdeu as pernas e cinco dedos devido a uma infeção
Aiyla perdeu as pernas e cinco dedos devido a uma infeção
Aiyla perdeu as pernas e cinco dedos devido a uma infeção
Aiyla perdeu as pernas e cinco dedos devido a uma infeção
Aiyla perdeu as pernas e cinco dedos devido a uma infeção
Aiyla perdeu as pernas e cinco dedos devido a uma infeção
Aiyla Mota, de quatro anos, perdeu as pernas e cinco dedos depois de contrair uma infeção severa devido à Strep A. A menina foi levada para o hospital, em Londres, em março deste ano, depois de se queixar de dores na garganta, mas o seu estado de saúde agravou-se rapidamente.  

Eulanda, a mãe de Aiyla, disse ao The Mirror que se apercebeu que a filha ainda não estava bem depois de mesma demonstrar dificuldades em ir à casa de banho e em respirar.  Apesar de ter recebido alta inicialmente, a mulher decidiu levar novamente a menina à unidade hospitalar para fazer mais exames. Estes revelaram que a menina estava a sofrer de falência múltipla de órgãos, incluindo os pulmões e os rins.

Foi tomada a decisão de transferir Aiyla para outro hospital para que se procedesse à drenagem de líquidos dos pulmões. A rapariga foi depois colocada nos cuidados intensivos. 

"Os médicos não paravam de dizer que tinham de a pôr em coma induzido. Eu perguntei - 'será que ela vai acordar se fizermos isto?' - e eles disseram que sim. Fui para a sala de espera, não faço ideia durante quanto tempo, e quando voltei, a Aiyla estava ligada a todo o tipo de máquinas", conta a mãe. 

Aiyla esteve em coma induzido por três semanas e depois de acordar não conseguia mover as pernas nem cinco dos dedos, pelo que foi tomada a decisão de os amputar. 

"Não conseguia parar de pensar no futuro dela, de como é que isto a ia afetar, física e mentalmente. Disseram-me que a circulação sanguínea tinha sido cortada das pernas e dos braços, para salvar os órgãos vitais. O mais importante era mantê-la viva", refere a progenitora. 

Atualmente, a menina está a fazer fisioterapia e terapia ocupacional intensiva com próteses. 

"A Aiyla frequenta o centro de reabilitação, terapia ocupacional e até está na escola regular, a tempo inteiro. Adora ginástica, equitação, patinagem no gelo e bowling. Fazemos tudo o que podemos por ela. A sépsis e a Strep A não lhe roubaram o amor pela vida", remata Eulanda.
Aiyla Mota strep A
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