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Meninas iam ser mortas em ritual

Duas irmãs, de dez e 11 anos, que estavam a ser mantidas em cativeiro por um casal e iam ser assassinadas num ritual de magia negra, foram libertadas pela polícia da cidade brasileira de Ouro Preto, no estado de Minas Gerais. As duas meninas estavam na casa do casal Solange de Fátima Brito, de 25 anos, e Evandro Alfenas Bosco e eram constantemente ameaçadas com um facão.

21 de dezembro de 2007 às 00:00

Flavio Tadeu Destro, o inspector da polícia que investiga o caso, afirmou que as duas irmãs passavam numa praça do centro da cidade quando foram abordadas por Bosco, que se fez passar por polícia e as obrigou a ir com ele até sua casa, onde seriam mantidas encarceradas até à hora em que seriam sacrificadas. Segundo o inspector, o sacrifício humano fora determinado por uma ‘mãe de santo’ da cidade de Mariana, vizinha de Ouro Preto, também já detida, a qual teria exigido a Solange e ao marido o sacrifício das duas crianças, como forma de Solange poder gerar filhos, uma vez que não conseguia. A polícia atribui a Solange, que foi presa, e a Bosco, que conseguiu fugir, o assassínio, também num ritual de magia negra, da menina Elisângela do Carmo, de 13 anos, encontrada estrangulada e totalmente carbonizada no dia 20 de Outubro.

Elisângela, cujo corpo foi encontrado num barracão, terá sido a primeira vítima do casal. Como Solange, que terá já confessado esse crime, não conseguiu engravidar mesmo após a morte da adolescente a ‘mãe de santo’ terá então determinado a morte de duas crianças para, na versão das autoridades, “reforçar” a probalidade de a gravidez ocorrer.

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