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Milhares de pessoas deslocadas após incêndios no Canadá e nos EUA

Na Califórnia, o incêndio mais importante, designado "Fogo Alamo", dura há quatro dias.
10 de Julho de 2017 às 20:31
Incêndios nos Estados Unidos
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Os incêndios obrigaram à retirada de cerca de 10.000 pessoas no Canadá e de 8.000 nos Estados Unidos, após uma vaga de calor na costa oeste do continente, com milhares de bombeiros a combater dezenas de fogos florestais.

Nos Estados Unidos, mais de 5.500 bombeiros combatem vários incêndios ativos de norte a sul da Califórnia, com a ajuda de helicópteros bombardeiros de água, tendo três dos fogos considerados como contidos.

Na Califórnia, o Estado norte-americano mais populoso dos Estados Unidos da América, o incêndio mais importante, designado "Fogo Alamo", dura há quatro dias e já queimou uma área de 11.705 hectares no condado de San Luis, a meio caminho entre São Francisco e Los Angeles.

Apesar da mobilização dos meios de socorro, apenas 15% deste incêndio tinha sido dado como controlado esta manhã, segundo o departamento de proteção contra incêndios da Califórnia.

O fogo pode prolongar-se ainda por vários dias devido à vaga de calor e ao clima "extremamente seco" que se faz sentir naquela região.

Outro incêndio que deflagrou no sábado e que já queimou 4.380 hectares no condado de Santa Barbara continua ainda longe de estar controlado.

Este fogo destruiu 20 edifícios e está a colocar em risco outras 150 estruturas.

A Califórnia viveu cinco anos de seca e está agora a registar temperaturas muito elevadas, sobretudo na zona meridional. Grande parte da Califórnia do Sul, incluindo a cidade de Los Angeles, sofreu uma vaga de calor com as temperaturas a ultrapassarem os 37 graus.

O governador da Califórnia Jerry Brown anunciou em abril o fim oficial da seca que se viveu nos últimos cinco anos neste Estado norte-americano mas manteve em vigor medidas de controlo do uso da água.

Do outro lado da fronteira, no Canadá, a situação é particularmente alarmante na Columbia Britânica, onde há cerca de 240 fogos ativos, que já obrigaram à deslocação de 10.000 pessoas, depois de três semanas de seca e ventos violentos.

As autoridades não antecipam ainda uma melhoria desta situação: "Infelizmente, espera-nos calor e seca nos próximos dias", afirmou Kevin Skrepnek, porta-voz do centro de coordenação de bombeiros, citado pela televisão canadiana CBC.
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