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Correio da Manhã

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Morreu Alfie Evans, o bebé-milagre que emocionou o mundo

Menino de dois anos sobreviveu cinco dias sem estar ligado às máquinas, contra todas as expetativas.
28 de Abril de 2018 às 07:48
Alfie Evans
O bebé Alfie com os pais, Kate e Tom
Alfie Evans
Bebé Alfie
Bebé Alfie
Alfie Evans
Bebé Alfie com a mãe
Alfie Evans
O bebé Alfie com os pais, Kate e Tom
Alfie Evans
Bebé Alfie
Bebé Alfie
Alfie Evans
Bebé Alfie com a mãe
Alfie Evans
O bebé Alfie com os pais, Kate e Tom
Alfie Evans
Bebé Alfie
Bebé Alfie
Alfie Evans
Bebé Alfie com a mãe
Morreu o pequeno Alfie Evans, o bebé-milagre que surpreendeu tudo e todos ao continuar a respirar depois dos médicos desligarem as máquinas que o ligavam à vida. Contra todas as expetativas, o menino de dois anos sobreviveu durante cinco dias, no Hospital Alder Hey, em Liverpool, Inglaterra, onde está internado.

"O meu gladiador abandonou o seu escudo e ganhou asas às 02h30 deste sábado. Amo-te meu filho", escreveu o pai da criança, Tom Evans, no Facebook.



A história do pequeno britânico emocionou o Reino Unido e o mundo inteiro e encheu a família de esperança. Após o juiz ter ordenado que as máquinas de suporte de vida fossem desligadas na noite da passada segunda-feira, era esperado que Alfie não resistisse e parasse de respirar. No entanto, o menino continuou vivo durante cinco dias, sem qualquer apoio do aparelho.

Os pais, Tom Evans, de 21 anos, e Kate James, de 20, tentaram ainda um último recurso ao pedir ao tribunal para levar o bebé britânico de dois anos para um hospital italiano. Mas o juiz não autorizou.

Entretanto, Tom e Kate quiseram reatar as ligações ao hospital inglês: "Pedimos que me permitam a mim, à Kate e ao hospital formar um relacionamento, construir uma ponte e atravessá-la", disse ontem Tom Evans num comunicado à imprensa.

A batalha judicial entre o hospital e os pais do menino começou quando os clínicos decidiram que não havia solução para o problema neurológico de que Alfie é portador. Os pais do bebé nunca aceitaram a decisão e processaram o hospital por fazer um diagnóstico errado e conspirar a favor de uma tentativa de homicídio.

O menino acabou por morrer na madrugada do dia 28 de abril, após cinco dias a respirar sozinho, sem qualquer apoio. Estava em coma há cerca de um ano no hospital e sofria de uma doença degenerativa misteriosa que nem os médicos tinham conseguido ainda diagnosticar definitivamente.
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