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Correio da Manhã

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Morte de Diana não foi acidente

A investigação à morte de Diana de Gales foi reaberta por um juiz francês. De acordo com o jornal britânico ‘Daily Express’, existem novas dúvidas em torno de testes científicos que determinaram que Henri Paul, o motorista que conduzia a limusina na fatídica noite de 31 de Agosto de 1997, estava embriagado. Parece voltar a ganhar força a já recorrente teoria da conspiração.
22 de Agosto de 2006 às 00:00
O Ministério Público gaulês instruiu um juiz no sentido de este voltar a interrogar dois especialistas em medicina legal que fizeram com que a Polícia chegasse a tal conclusão. Uma fonte não identificada, próxima da investigação, afirmou a este propósito: “Ao que parece, as informações foram deturpadas. Houve muitas mentiras nesta investigação. Como é possível alguém acreditar que tenha sido um simples acidente de viação. Não foi um acidente.”
Os dois especialistas podem vir a ser formalmente acusados e condenados a penas de prisão, caso as suas novas declarações demonstrem que mentiram. Os novos desenvolvimentos surgem a escassos dias de se completarem nove anos sobre a morte da ‘Princesa do Povo’ no Túnel d’Alma, em Paris.
Os elementos agora divulgados vêm dificultar o trabalho dos investigadores, que não poderão concluir com segurança que as mortes de Diana e do seu amante Dodi al-Fayed se deveram a acidente. “É um enorme passo – possivelmente o maior desenvolvimento – na minha luta pela verdade”, considerou Mohamed al-Fayed, o pai de Dodi, reagindo aos novos elementos. Já Simone Simmons, amiga da malograda princesa, criticou as autoridades francesas: “Durante nove anos, nada fizeram de bom. Isto é muito sinistro e indicia um encobrimento total.”
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