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Mulher diz ser viciada em orgasmos e revela que já chegou a desmaiar após experiência intensa

Modelo britânica defende que os orgasmos a têm ajudado a lidar com a ansiedade e stress da sua vida. 
3 de Março de 2021 às 13:11
Amy Mathews
Amy Mathews FOTO: Facebook
Para muitas mulheres o tema orgasmos é ainda um tabu, mas não para a britânica de 23 anos Amy Mathews que não tem problemas em assumir que é viciada. 

A jovem de Oxford, professora de dança e modelo no Reino Unido, encontrou nos orgasmos, além de uma forma de prazer, uma forma também de aliviar as dores causadas pelo síndrome de Ehlers-Danlos, do qual sofre, uma doença que causa articulações flexíveis e tendões soltos.

Aos 15 anos Amy teve o seu primeiro namorado. A relação durou três anos e foi com ele que perdeu a virgindade, no entanto, a jovem descreve as relações sexuais com o seu primeiro namorado como "um não-evento", uma vez que este não conseguia que Amy atingisse o orgasmo. 

Foi aos 18 anos, com outro namorado, que Amy evoluiu nas suas relações sexuais. "Com ele, aprendi a ter orgasmos", assume. A britânica revela que no início o mínimo eram cinco orgasmos por relação sexual, mas que após esse relacionamento passou a conseguir ter orgasmos a qualquer hora, em qualquer lugar, sem sexo ou estimulação física.

Desde então, já teve orgasmos no transporte público, na faculdade e até durante o almoço com os pais. Revela ter ficado viciada e que o seu recorde foram 18 orgasmos numa relação sexual. Revela que, por vezes, a experiência é tão intensa que acaba por desmaiar de prazer. 

Esta facilidade em ter orgasmos ajuda Amy a combater os incómodos da sua doença: "Tomei medicamentos, mas cansei-me. Se eu fizesse sexo ou tivesse um orgasmo com um brinquedo sexual ou sozinha, eu ficava bem novamente".

A britânica defende ainda que os orgasmos a têm ajudado também a lidar com a ansiedade e stress da sua vida. 

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