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Correio da Manhã

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NÃO LUCREM COM O RAPTO

Números avançados por agências noticiosas dão conta de que as autoridades alemãs pagaram entre 4,2 e 15,2 milhões de euros pelo resgate de turistas europeus, incluindo nove alemães, libertados no passado dia 19, depois de cinco meses em cativeiro no Saara.
25 de Agosto de 2003 às 00:00
Dois dos 35 ex-reféns
Dois dos 35 ex-reféns
Pois bem, o governo alemão avisou ontem os seus cidadãos para não tentarem lucrar com a sua odisseia, ou seja, todo o dinheiro que ganhem com o relato da história deve reverter a favor do Estado, por forma a reembolsar os contribuintes.
“Os custos (investidos na operação de resgate) foram enormes. É preciso ter respeito pelos contribuintes e esperamos que as pessoas que foram libertadas não tentem agora ganhar dinheiro à conta da sua história, permitindo que o Estado também lucre com eventuais livros e fotos que venham a vender” – afirmou peremptório o ministro alemão da Defesa, Peter Struck.
Aquele responsável adiantou que o governo estava a preparar o reforço o contingente das suas forças de elite por forma a que estas possam assumir tarefas como a “libertação de reféns alemães”. Recorde-se que os 32 turistas foram raptados no início do ano por um grupo terrorista argelino.
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