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Correio da Manhã

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O mistério do pirata pára-quedista

O FBI reabriu o caso de Dan ‘D.B’. Cooper, como ficou conhecido o primeiro pirata pára-quedista da História. Após sequestrar um avião em 1971, Cooper saltou de pára-quedas com 200 mil dólares em notas que roubou. Depois do salto, não voltou a ser visto, desconhecendo-se se está vivo ou morto. A sua verdadeira identidade nunca foi descoberta.
5 de Janeiro de 2008 às 00:00
O mistério remonta à noite de Acção de Graças de 1971, quando um homem comprou um bilhete, identificando-se como Dan Cooper, para um voo entre Portland e Seattle. Pouco depois do avião descolar, ameaçou fazer explodir uma bomba se os passageiros não lhe entregassem 200 mil dólares em notas de 20 dólares e quatro pára-quedas. Quando o aparelho aterrou em Seattle, Cooper já tinha o dinheiro e os pára-quedas e deixou sair 36 passageiros. Depois, exigiu ao piloto que o levasse para o Novo México e, no meio de uma violenta tempestade, Cooper lançou-se de pára-quedas. Nunca mais ninguém soube dele.
Nove anos depois, um menino de oito anos, Brian Ingram, encontrou 5800 dólares, em notas de 20. “Foi fantástico, deixei de ser o patinho feio da turma e comecei a ter todas as namoradas que queria”, recorda Brian, que foi autorizado a ficar com quase metade do dinheiro. Agora, propõe-se leiloar as notas que lhe restam.
Cooper é recordado pelos passageiros do voo como um homem na casa dos 40, com cerca de 1,80 metros, roupas negras, óculos de Sol, camisa branca e gravata negra. Esta ficou a bordo e o FBI conserva-a como prova, tendo anunciado que a usará para testes de ADN. O FBI espera desvendar o mistério. Para o efeito divulgou um retrato-robô de Cooper, um mapa da área onde o pára-quedas terá caído, fotos ligadas ao caso e um site dedicado às investigações.
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