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ONU apela a recuo do Brunei na adoção de pena de morte para gays e adúlteras

País penaliza o adultério e a homossexualidade com a pena de morte, neste caso por apedrejamento e chicotadas.
Lusa 1 de Abril de 2019 às 10:07
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A ONU classificou hoje como cruel e desumana a nova legislação que instaura a pena de morte para homossexualidade ou adultério no Brunei, pequeno Estado do sudeste asiático muito rico em petróleo.

"Apelo ao governo [do Brunei] para que não deixe entrar em vigor o novo código penal draconiano que, se for aplicado, representará um sério recuo da proteção dos direitos humanos", apelou a Alta Comissária dos Direitos Humanos, Michele Bachelet, em comunicado hoje divulgado.

A partir de quarta-feira, o Brunei vai juntar-se ao grupo de países que penaliza o adultério e a homossexualidade com a pena de morte, neste caso por apedrejamento e chicotadas.

ONU Brunei Michele Bachelet Alta Comissária dos Direitos Humanos crime lei e justiça punição / sentença
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