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Operação Lava Jato aperta cerco a Dilma Rousseff

Polícia lançou nas últimas semanas várias operações contra colaboradores da ex-presidente, que poderá ser o próximo alvo.
Domingos Grilo Serrinha e correspondente no Brasil 12 de Setembro de 2019 às 08:44
Dilma Rousseff 
Dilma Rousseff
Dilma Rousseff, ex-presidente do Brasil
Dilma Rousseff, ex-presidente do Brasil
Dilma Rousseff 
Dilma Rousseff
Dilma Rousseff, ex-presidente do Brasil
Dilma Rousseff, ex-presidente do Brasil
Dilma Rousseff 
Dilma Rousseff
Dilma Rousseff, ex-presidente do Brasil
Dilma Rousseff, ex-presidente do Brasil
Destituída do cargo em agosto de 2016, Dilma Rousseff desapareceu da ribalta política mas não foi esquecida pela operação anticorrupção Lava Jato. As duas últimas fases da investigação incidiram sobre pessoas muito próximas à antiga presidente brasileira, que poderá ser o próximo alvo.

A 23 de agosto, a polícia fez buscas e apreensões nas casas e escritórios de Graça Foster, ex-presidente da Petrobras no governo de Dilma, e de Guido Mantega, ex-ministro das Finanças do seu governo. Já esta terça-feira, foi detido Márcio Lobão, filho do ex-ministro de Minas e Energia de Dilma, Edson Lobão.

A investigação tenta provar desvios de dezenas de milhões de euros da Petrobras, de que Dilma foi presidente do Conselho de Administração antes de ser chefe de Estado, e da Central Hidroelétrica de Belo Monte, a principal obra pública dos seus mandatos.

Segundo o Ministério Público, uma fortuna ainda não estimada foi desviada das duas empresas e, além de enriquecer políticos e empresários, terá sido usada para financiar ilicitamente as campanhas de Dilma em 2010 e 2014.

A ex-presidente, até agora, não foi alvo direto da Lava Jato, com os investigadores a optarem por atacar primeiro antigos colaboradores e membros do seu governo em busca de provas que a incriminem.
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