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Pais de menina desaparecida apanhados com imagens "de abusos sexuais e rituais satânicos" no telemóvel

Desaparecimento da pequena Juliette é grande mistério. Menina foi vista pela última vez há 4 meses.
Correio da Manhã 10 de Agosto de 2020 às 17:07
Juliette está desaparecida há 4 meses. Mãe e padrasto são suspeitos
Juliette está desaparecida há 4 meses. Mãe e padrasto são suspeitos
Juliette está desaparecida há 4 meses. Mãe e padrasto são suspeitos
Juliette está desaparecida há 4 meses. Mãe e padrasto são suspeitos
Juliette está desaparecida há 4 meses. Mãe e padrasto são suspeitos
Juliette está desaparecida há 4 meses. Mãe e padrasto são suspeitos
Juliette está desaparecida há 4 meses. Mãe e padrasto são suspeitos
Juliette está desaparecida há 4 meses. Mãe e padrasto são suspeitos
Juliette está desaparecida há 4 meses. Mãe e padrasto são suspeitos

Uma menina de sete anos está desaparecida há quase quatro meses na localidade de Emboscada, no Paraguai. O caso da pequena Juliette Le Droumaguet Zapata tem colhido muito interesse, dentro e fora das fronteiras do país, devido ao alegado envolvimento dos pais, que são agora os principais suspeitos do desaparecimento. As autoridades acabam de revelar que foram encontradas novas provas que poderão ajudar a desvendar o mistério.

Segundo a polícia paraguaia, citada pelo La Nacion, foram encontradas imagens que mostram alegados abusos sexuais e maus-tratos infantis no telemóvel do padrasto da criança, Reiner Helmut. Neste telemóvel e no da mãe da menina, Lilian Zapata, foram também encontradas fotografias que mostram "rituais satânicos e ocultos".

O padrasto de Juliette está agora também acusado de pornografia infantil, depois da descoberta.

Juliette terá desaparecido quando estava a brincar na quinta da família, onde vivia com a mãe, o padrasto e a irmã mais velha, de 10 anos. 24 horas depois do desaparecimento, a mãe deu o alerta às autoridades. 

Poucos dias depois, Lilian e o companheiro foram detidos pelas autoridades, acusados de maus-tratos, negligência e abandono. Com as últimas provas recolhidas, o caso começa a ganhar forma, mas continua a revelar-se de difícil investigação. "Desde o início do ano, este é o caso mais complexo que temos", afirmou Gilberto Fleitas, porta-voz da polícia à ABC.

As buscas na casa da família, nos terrenos da quinta e nos arredores da propriedade continuam e as autoridades ainda terão esperança de encontrar Juliette com vida. Os suspeitos encontram-se a aguardar início do julgamento em prisão preventiva. 

A irmã mais velha de Juliette, por decisão dos Serviços Sociais, foi viver com o pai para a Suíça depois da detenção da mãe e do padrasto.

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