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Participantes de orgia gay com eurodeputado acharam que polícias eram “parte do show” e tentaram despir agentes

Convidados de festa de sexo assumiram que se tratavam de strippers disfarçados.
Correio da Manhã 4 de Dezembro de 2020 às 18:19
David mostra local onde ocorreu orgia gay com eurodeputado e diplomatas
David mostra local onde ocorreu orgia gay com eurodeputado e diplomatas
David mostra local onde ocorreu orgia gay com eurodeputado e diplomatas
David mostra local onde ocorreu orgia gay com eurodeputado e diplomatas
David mostra local onde ocorreu orgia gay com eurodeputado e diplomatas
David mostra local onde ocorreu orgia gay com eurodeputado e diplomatas
David mostra local onde ocorreu orgia gay com eurodeputado e diplomatas
David mostra local onde ocorreu orgia gay com eurodeputado e diplomatas
David mostra local onde ocorreu orgia gay com eurodeputado e diplomatas
David mostra local onde ocorreu orgia gay com eurodeputado e diplomatas
David mostra local onde ocorreu orgia gay com eurodeputado e diplomatas
David mostra local onde ocorreu orgia gay com eurodeputado e diplomatas

Continuam a surgir pormenores caricatos sobre a orgia que envolveu o eurodeputado húngaro József Szájer, ocorrida na passada sexta-feira em Bruxelas, na Bélgica. David Manzheley, o organizador da festa de sexo, revela agora que, quando a polícia irrompeu pelo apartamento para travar a festa de sexo com 25 homens, que violava as restrições impostas no país para travar a Covid-19, os participantes acharam que os agentes eram strippers contratados, vestidos de polícias, e tentaram despe-los.

Ao Het Laatste Nieuws, o jovem de 29 anos, assegura que os convidados estavam convencidos de que a operação policial "era parte do show" e que, em alguns casos, "chegaram a tentar tirar as calças aos polícias, porque acharam que também faziam parte da orgia".

Na Bélgica, que tem sido bastante afetada pela pandemia de Covid-19, as reuniões sociais estão limitadas a quatro pessoas, mas David insiste que não fez "nada de mal".

O estudante de doutoramento, volta a reforçar que os participantes na festa de sexo já tinham tido Covid-19 e que, por isso, não corriam qualquer risco. "Tive o cuidado de verificar que ninguém tinha sintomas. E eu confio que os meus amigos não me iam mentir sobre isso", defende.

Ainda, segundo David, dois dos homens presentes na orgia "eram enfermeiros e, se houvesse algum risco, tomaria a avaliação deles como regra".

Recorde-se que, nesta festa de sexo onde participou József Szájer (entretanto apresentou a demissão), não eram "permitidos preservativos".

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